sábado, 31 de agosto de 2013

continuando nossas férias - provence!

Ah a provence! Não conheci muuuuuito mas já vi o suficiente pra adorar, o céu azul, os coquelicots que brotam em qualquer cantinho, e os perfumes! 
coquelicots são essas lindas flores

Não aqueles líquidos da cosmética, mas os aromas de lá, sabe o que é lavanda no quintal? Cheirinho bom demais! E as ervas da culinária com seu aroma todo especial? É possível ver alecrim pelos cantos como se fosse grama.
lavandinhas lindas e cheirosinhas

Vi isso num passeio caminhante que fizemos a uma montanha que chama gros cerveau, ou o grande cérebro, que na verdade foi uma tradução mal feita do provençal, gro cervo que seria cerf, o alce em português.
Noah caminhou muito como um randoneur, acho que puxou isso da vovó de além mar, não chegamos até o topo, mas fomos bem alto e fomos presenteados com um lindo visual, de lá o mar e a montanha, as cidades que beiram o mediterrâneo com seu charme, um passeio pra esvaziar a mente e contemplar. Cruzamos com algumas bicicletas e outros caminhantes.
Já o Gaou é uma pequena ilha que chamam de presque-île (quase ilha) pois é muito pertinho do continente, fica na cidade de Six fours e também tem um visual super bonito, não deu pra encarar a praia pois não tava quente o suficiente, mas o pequeno amou essas caminhas e ver as belezas naturais, no Gaou levamos a bola e foi uma festa. Depois descobrimos que existe palha que pensávamos ser de algo e acumula muito nessa região ficando bem fofinho ótimo pra cair sem se machucar ele amou. 


Na verdade se chama la posidonie qe vem de Poseidon deus grego, não pe uma laga mas uma planta de grande importancia pro ecossistema mediterrâneo, é uma verdadeira floresta submarina e aundo as folhas morrem podem se acumular formando esses bancos de posidonie que muito nos divertimos.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Quando amamentar é opção


Eu interrompi meus relatos lerdos sobre as férias na zoropa, a viagem durou um mês e já tem quase dois meses que voltamos e não consegui contar tudo, falta de tempo aqui tá grande. Também ainda falta contar mais da minha experiência com a amamentação que continua indo muito bem. Mas o que eu vou falar não é nenhuma aventura de viagem com a cria, mas não deixa de ser sobre algo que aconteceu durante a viagem, e também tem relação com a amamentação.

Fomos visitar uma pessoa que tem um bebê de 7 meses e conversa vai conversa vem meu filho que tava com 15 meses quis mamar, isso gerou um comentário do tipo: “ele ainda mama?!” num misto de pergunta com exclamação e reprovação.
Mas até aí tudo bem, já me habituei a nossa sociedade que chama de ruim vínculos entre pais e filhos e ainda tem coragem de usar amor e excesso numa mesma frase. ok, ok, nunca vou entender, mas já me habituei a ouvir as barbaridades totalmente míticas sem nenhum embasamento que as pessoas falam sobre quando se amamenta um bebê crescidinho, principalmente que anda. Mas eu me estarreci, fiquei realmente boquiaberta quando perguntei a pessoa que estávamos visitando se sua filha não mamava mais, observem o mais, pois acreditava que ela tinha mamado algum dia, alguma vez em sua curta vida de 7 meses, e eis que ouço:  “ela nunca mamou, não quis amamentar”, confesso que me faltaram palavras em português quem dirá em francês. E aí eu me perguntei, mas como ela não teve uma mastite ou um problemas do gênero? Não me aguentei e perguntei pra ela, e o marido me respondeu que no hospital na França eles perguntam se a mãe quer ou não amamentar, se ela não quiser já dão um remedinho alí no pós parto imediato pro leite secar. Olhei a menina e senti uma dor no peito. Fico me perguntando até hoje o que leva uma mulher a tomar essa decisão, a inserir no seu corpo uma droga pra impedir que a natureza hormonal pós parto haja. A que tipo de informação essa mãe teve acesso? Desde o meu parto, desde que amamento passei a me ligar muito a essas questões, mas esse ocorrido me batizou como ativista da amamentação e me senti na obrigação de frequentar grupos sobre o tema e me disponibilizo a ajudar como puder e principalmente difundir informação. Informação baseada em evidências, informação de qualidade para outras futuras mães não titubearem quanto a escolha de amamentar ou não. Até me soa bizarro ter a opção de amamentar ou não, acho que se escolhe ter um filho ou não, mas a partir do momento que se escolhe ter o filho amamentar está no pacote tanto quanto parir, noites sem dormir, trocas de fraldas e sorrisos perfeitos.
Em primeiro plano somos mamíferos o que deveria ser mais que suficiente para compreendermos que devemos amamentar, e que embora seja um processo fisiológico tem muito da cultura nele e precisamos aprender a fazê-lo. Depois vem inúmeros benefícios a curto médio e longo prazo para o binômio mãe e bebê. As pesquisas nesse sentido não param e são TODAS positivas. As questões que as pessoas tem como negativas e que relacionam à amamentação ou são falaciosas do tipo “peito cai quando se amamenta”, ou ocorreram por falta de apoio e informação como: “meu leite era fraco”, “não era suficiente”, “tive rachaduras”. Então, como já disse em outro post aqui amamentar é amor em forma de leite, e partilhar esse amor e esse cuidado me faz feliz. Não existe tecnologia no mundo que possa fazer um alimento tão perfeito pro nosso filho quanto nosso próprio organismo.
Eu sou uma ativista da amamentação por esses motivos, eu acredito no amor e que alimento é muito mais que nutrir o corpo, mas nutrir a mente, o estômago, o coração e alma.

sábado, 17 de agosto de 2013

Desculpa, seu parto foi roubado

Como eu disse no último post eu já tinha na minha lista de futuros posts essa ideia um pouco dura de dizer pra muitas mulheres da minha família e do mundo da blogosfera que me lê que vocês podem ter sido roubadas. 



Roubadas numa coisa de valor inestimável. Roubadas de uma sensação incrível e de um auto descobrimento inexplicável. Tô falando do que o título desse post já anuncia, seu parto pode ter sido roubado. E pior, muitas vezes você ainda foi roubada financeiramente pelo médico obs'treta' ou pelo seu plano de saúde, e um médico mau caráter que segue um sistema perverso.




Mas seu filho ta aí do seu lado bem e saudável ou já tá grande e bem e isso que importa, me diriam algumas ao me ler. É muito duro perceber e aceitar esse roubo, eu sei. Mas isso é grave. Independente de como está seu filho hoje, o seu direito e sua vontade foram violados sob desculpas mentirosas. E essas falácias são tão graves e tão repetidas que entram no esquema de que uma mentira contada mil vezes vira verdade. 




Você queria parto normal e não pode porque o cordão tava enrolado? Tinha pouco liquido? Muito liquido? Não teve passagem? Dilatação? Placenta grau 3? Bebê sentado? Se alguns desses foram os motivos para sua cesárea é com pesar que eu informo que sua cesárea foi desnecessária. Que você faz parte de uma porcentagem enorme e alarmante de mulheres enganadas num momento crucial, e quem diz isso não sou eu, é uma médica comprometida com a verdade e a honestidade, com medicina baseada em evidências a Dra. Melania Amorim e você pode verificar o que eu digo aqui, e ver as falsas indicações de cesárea. 




Mas há também aquelas que "escolheram" a cesárea com convicção, que escolheram errôneamente uma cirurgia invasiva, que é importante pra salvar vidas, mas que deve ser feita apenas quando há necessidade. E por que aqui eu digo que escolheram a cesárea entre aspas, por que essas mulheres que fazem essa opção estão tão imersas na cultura cesarista que não conseguem nem perceber outras opções e veem cegamente apenas a cesárea como opção ou também tem essa visão porque o sistema de parto dito normal é tão violento e nojento quanto uma cesárea, cheio de intervenções absolutamente desnecessárias (tanto para a mulher quanto para o recém nascido) e maus tratos. Conheço mulheres que sofreram violência obstétrica no parto e sequer tem a noção disso, sim isso é grave, pois isso legitima e permite que um ciclo nunca se feche e que outras e mais outras mulheres sofram violência perpetuando isso por muito tempo.





É violência, quando gritam com você.
É violência quando te fazem mil exames de toque.

É violência quando não te perguntam se você quer ou não determinado procedimento.
É violência quando fazem qualquer coisa sem o seu consentimento.
É violência quando te fazem tricotomia, raspagem dos pelos, você só precisa fazer se quiser.
É violência quando te fazem lavagem intestinal.
É violência quando te dão sorinho com ocitocina para acelerar seu trabalho de parto.
É violência quando te fazem episiotomia um corte no períneo que só 5% das mulheres realmente vão precisar, não importa se é o primeiro ou o décimo filho, esse procedimento é extremamente desagradável e desnecessário.
É violência quando sobem em cima de você pra fazer manobra de Kristeller.
É violência quando fazem piadinhas.
É violência quando te negam o que beber.
É violência quando te negam a comer.
É violência quando te negam o seu direito a um acompanhante.




Não, isso tudo não é normal, isso tudo é uma aberração e só podemos lutar contra isso se estivermos informadas, então leiam muito sobre o assunto conversem muito com seus médicos e desconfie se ele/a não te der opção desde o pré natal. Desconfie se ele te manda cuidar do quartinho que do parto cuida ele/a.

O nascimento é muito marcante é um momento único e ele tem que ser do jeito que você quiser.



A você que não soube enquanto era tempo ajude a propagar a informação pra outras mulheres para tentarmos diminuir os abusos e as violências contra as mulheres nesse momento delicado, único e eterno, sendo eterno que ele marque sua vida positivamente. Estima-se que uma a cada 4 mulheres sofreram violência obstétrica.Se você sofreu maus tratos ou qualquer tipo de violência durante seu parto denuncie! (tem a ouvidoria da ANS - Agência Nacional de Saúde e do Ministério da Saúde no 136, se quiser ir mais a fundo veja aqui

Abraço bem apertado a todas aquelas que tiveram seus direitos roubados e força pra lutar por um próximo parto com mais respeito ou para ajudar as próximas a poderem parir com dignidade. 



Todas as fotos desse post são de autoria de Carla Raiter e são do seu projeto 1:4 convido a conhecer no site do projeto retratos da violência obstétrica 

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Renascimento do Parto


É eu sei que eu tenho começado coisas por aqui e meio que abandonado, mas é que isso aqui corresponde a caoticidade de minha mente, não vai tão veloz, pois preciso de um tempo pra sentar e vomitar pelos dedos essas minhas ideiazinhas tão ecléticas. Eu comecei uma série de posts sobre amamentação e não terminei nem com a chegada da semana mundial de aleitamento materno no início de agosto, acho que é porque talvez nunca vá terminar, não porque eu não vá voltar ao assunto, muito pelo contrário, é porque vou voltar nele sempre, até o desmame do meu filho, ou não, continue nessa por muito tempo, talvez é uma militância da vida toda.
Vou continuar contando da viagem vagarosamente nesse meu ritmo de blogueira relapsa, mas por falar em militância, isso tudo que escrevi até agora é porque anteontem depois de muuuuito tempo de espera eu fui ver o Renascimento do Parto (não sabe o que é? então corre e se informa, é um documentário maravilhoso que como diz o título é sobre o parto). Quando eu estava grávida já via o trailler e pensava quando vão lançar? Demorou, mas ta aí em grandes salas de cinema fora de circuitinhos fechados pra mostrar somente pra quem já tá no movimento, o filme ta aí pro mundo. E nós (eu e marido) choramos mutiíssimo preparem seus lencinhos e esqueçam qualquer maquiagem.
Todos nós nascemos, se estamos aqui é porque nascemos, mas como nascemos? Isso que alguns dizem "ah não me lembro, ninguém se lembra de como nasceu" deixa muitas marcas pro resto da vida, marcas psicológicas, e até mesmo fisiológicas se pensarmos nas intervenções e procedimentos que acabam mal sucedidas, não é uma memória como estamos acostumados é uma memória mais instrinseca. Todos nascemos, homens e mulheres, embora só as mulheres possam parir é um assunto de extrema importância, o parto virou indústria. Uma industria nojenta e capitalista que maltrata seres humanos no momento mais importante de suas vidas, o ínicio dela.
Eu tenho tanta coisa pra dizer, e ao mesmo tempo nem tenho palavras, acho que deveria ser um filme obrigatório. É  muito urgente virar essa história de parto e nascimento aqui no Brasil e em alguns outros lugares também. Amedrontaram mulheres, minaram sua coragem, disseram a elas que cesárea é chocolate e parto natural é jiló, e ao fazer a cesárea nada doce como um chocolate elas devem se perguntar: imagina se eu tivesse preferido o jiló? Outra comparação que li por aí é que colocar um obstetra pra fazer um parto é o mesmo que contratar uma pediatra pra ser babá, é uma qualificação muito alta pra algo muito simples e que nascemos aptos a fazer, nascer crescer e procriar. Não sei qual o impacto do filme a quem ainda não gesta, gestou e pariu seja lá qual tipo de parto, mas se você é humano algo ele tem a te dizer.
Você nasceu? Ou foi nascido? Se o título do filme é o Renascimento do parto significa que em algum momento ele faleceu ou está falecendo. São muitas reflexões, mas o mais importante é pensar que esse momento exige respeito. E as mulheres merecem informação, então veja o filme e se puder e propague essa ideia, dá vontade de falar muitas coisas, mas vou aproveitar o embalo pra fazer um post pra outro dia que há muito quero fazer, Desculpe seu parto foi roubado, alertando a tantas mães muitas até da família como acontece essa perversidade do sistema.

Saí da sala num misto de grande felicidade por ter conseguido parir da melhor maneira possível, dentro do que minha história de vida permitia e com muito respeito e também muita revolta pelo que podia ter acontecido e afortunadamente não aconteceu comigo graças a informação e coragem pra mudar. Mas que aconteceu enquanto eu via o filme enquanto durmo, escovo os dentes, como e escrevo esse post, agora uma mãe, uma mulher e um ser indefeso tá chegando ao mundo com o marco da dor e da violência, como pode um mundo melhor se a vida começa assim?
Abraço apertado e demorado, pois depois do filme você vai precisar.

esse é o cartaz do filme com a foto do meu parto, quer fazer um com a foto do seu? clica aqui

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Paradona à Sanary

Nosso ponto principal nas férias foi a casa dos avós do Nonô. A cidade ao sul da França na provence é um charme. Sanary é pequenina com um porto no centro e algumas belas praias, pena que não deu pra conhecer todas pois tinhamos muitos eventos, muita gente pra ver.
Porto de Sanary com os "pontudos", assim que se chamam esses barquinhos devido ao mastro que tem.

Noah que nunca tinha visto gato por taaaaanto tempo, no máximo viu a gata de uma amiga umas 2 ou 3x, mas mesmo assim rapidamente, se encantou pela Nallah, uma persa branca, e andava o dia todo atrás dela. Ele se adaptou muito bem aos dias intermináveis que o por do sol é às 21h e talz, eu fico meio morta com isso, mas não tem opção é jantar à luz do sol mesmo. Aliás, cabe dizer que a partir daqui podemos falar algo sobre alimentação, visto que na Itália por razões obvias foi massa direto.
Andouillete, Típico da França uma espécie de linguiça com tripas dentro,
 ou sei lá o que, ninguém sabe explicar muito bem o que tem e quem sabe não diz.
Achei a foto mais bonita possível, e vocês tem muita sorte de internet não ter cheiro pois isso fede demais.

O estilo culinário da vovó é super saudável e Noah comia uns dias bens outros nem tanto no sentido de quantidade. Experimentou coisas muito diferentes, carne de cordeiro (gostou), andouillete (amou e é a coisa mais fedida que já vi, a comida mais brochante do universo), coelho (nao gostou), batata frita (quem não gosta?) e cereja! Gente, quanta cereja, ele a-do-rou as roliças vermelhas, comia tanto que as vezes nem mastigava, como eu sei? a-ha, coisa de mãe que acha o cocô do filho um clafoutis (sobremesa francesa) de cereja.
fácil de fazer, um dia desses ponho a receita que dá pra fazer com outras frutas
Ele fez uma boa viagem nos sabores, não me lembro de todas as novidades gustativas, mas essas foram as mais significantes.
Quanto ao lazer, o segundo esporte preferido depois de andar atrás da gata era pegar goguinhos em volta da piscina, ou na praia (é minha gente lá tem praia sem areia), porém entrar na água já é uma outra história, piscina com água a 24 graus? Nonô não quis, praia então? Nem pensar. Eu? Eu só molhei até as coxas, só pra dizer mesmo que pus o pé no mediterrâneo.
A cidade é muito limpa e suas praias também, a prefeitura dá pra cada casa 4 lixeiras grandes pra coleta seletiva e também dá tudo pra se fazer a compostagem dos lixinhos orgânicos, babei muito por isso, por essa sustentabilidade e pensamento no planeta sei q com 17 mil habitantes a coisa fica mais fácil, mas deviamos ter isso por aqui por iniciativa das prefeituras e não da consciencia de cada um. O site da cidade é http://www.sanarysurmer.com tem bastante informação bacana e é bem fácil de navegar diz até se a praia é de areia ou de pedrinhas, da qualidade da agua pro banho, das bandeiras indicativas de correntes e até dizem onde encontrar cinzeiros de bolso mostrando bem que o cotoco de cigarro não é bem vindo na praia, ou seja, copa, ipanema e outras praias cariocas são um lixão mesmo cabe fazer uma campanha como essa.
Sanary até cabe num post só, mas foram tantos dias lá que não cabe, e como já tem um mês que voltei e a memória é falha vou encerar só fazendo inveja com fotos da cride e de uma praia chamada portissol.
Ah como a cidade é pequena é tem muitas outras pequenas coladinhas tem coisas legais dessas cidades também, vou tentar organizar algo desses passeios rápidos pra dividir num próximo post.

Cride
é uma pontinha de terra que avança no mar onde estão construindo um forte a vista é linda dá pra ver sanary e as cidades vizinhas que estão à beira-mar recomendo um street view. E a água é essa lindeza aí.


Plage portissol

praia com intervenção humana muito criativa na segunda foto é possível ver uma pontezinha e uma mini prainha ótima pros pequenos.
vista à direita

esquerda

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Semi paradas - Nice e Mandelieu

Prosseguindo nossa viagem saimos de Torino segunda pela manhã, e fomos à Nice, a estrada é legal e vi o mar mediterrâneo pela primeira vez ainda na Itália pela janela do carro na estrada, fomos muito bem conduzidos por nossa amiga Paola ao volante. O pequeno foi dormindo até chegar na França, daí em diante foi um bocadinho estressante, pois como não temos carro aqui no Brasil ele não está muito nada habituado a cadeirinha de carro e ficou puto não ficou muito contente de ficar alí por muito tempo, apesar das paradas que fizemos para ele andar.
Parecíamos fugir da chuva que tava sempre atrás. Ao chegar em Nice praia linda, agua azul magnífico e fomos cumprir nossa agenda familiar e ver os primos.


essa é a promenade des anglais e esse azul liindo é o mediterâneo antes da chuva

Almoçamos na brasserie deles, muito simpática a Sans Soucis, um point pra enxadristas pós almoço.
Sobremesa linda e gostosona uma taça de sorvete com cerejas amarenas.

Negresco é biscoto no Brasil mas em Nice é hotel de luxo
 5 estrelas é do século XX e é como um copacabana Palace.


E chuva muita chuva, pois é ela nos alcançou, não deu pra conhecer nada e a foto do Negresco foi feita saindo de Nice debaixo de muita água pra uma paradinha em Mandelieu uma cidade que não conhecemos, mas fomos à casa dos pais de nossa amiga Paola onde comemos o aperitivo, e eu descobri o que é o patê en crôute.



Noah tocou o lindo piano do pai da Paola, babei porque ele fez muito lindinho (mãe é cega mesmo).
E mais um pouco de estrada pro nosso destino final: Sanary-sur-mer, assunto do próximo post.

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